Questionário de chegada por QR ou e-mail
A recepção envia por e-mail ou mostra o QR para o paciente escanear na sala de espera. Ele responde pelo celular, com salvamento automático, e cada especialidade pergunta o que é seu.
O corte você sabe de cor; o problema é a subtração às sete da noite, com vinte e quatro células na frente. Aqui o gap sai por ouvido, com o PTA aéreo e o ósseo do lado, e o corte escrito embaixo.
Audiograma · ouvido direito
Via aérea e via óssea do mesmo ouvido. O que se lê não é uma curva: é a distância entre as duas.
| Via | 500 Hz | 1000 Hz | 2000 Hz | 4000 Hz |
|---|---|---|---|---|
| OD · via aérea | 50 | 50 | 45 | 40 |
| OD · via óssea | 10 | 15 | 10 | 5 |
Os limiares são digitados uma vez, descendo pela coluna; o gap de 36,3 dB é calculado pelo sistema entre o PTA aéreo e o ósseo, e não é a separação numa única frequência. São desenhadas as quatro frequências do PTA; a grade captura seis.
A aba Audiometria de um paciente
Abre dentro da evolução e cada número chega já calculado, com a sua referência do lado.
PTA aéreo · OD (500–4000 Hz)
Referência: Normal até 20 dB · grau: perda auditiva leve
Valor: 32,5 dB HL
Leitura do sistema: Fora
PTA aéreo · OE (500–4000 Hz)
Referência: Normal até 20 dB · grau: perda auditiva leve
Valor: 37,5 dB HL
Leitura do sistema: Fora
SRT · OD
Referência: Contra a média tonal de 500–2000 Hz: 27 dB · Δ −2 dB
Valor: 25 dB
Leitura do sistema: SRT concorda
SRT · OE
Referência: Contra a média tonal de 500–2000 Hz: 32 dB · Δ −2 dB
Valor: 30 dB
Leitura do sistema: SRT concorda
Discriminação · OD
Referência: Registrada tal como foi medida, sem faixas de interpretação
Valor: 88 % a 65 dB
Leitura do sistema: Percentual bruto
Dix-Hallpike · Direito
Referência: Torcional para cima · latência 3 s · duração 20 s · canal posterior
Valor: Positiva
Leitura do sistema: Registro, não diagnóstico
O PTA não é digitado: sai dos limiares da grade, e a concordância do SRT compara sozinha contra a média tonal de três frequências. A manobra fica registrada exatamente como você a fez, com latência, duração e canal.
À esquerda, o que acontece hoje no seu consultório. À direita, o que o sistema faz por você.
O que dói
Passar o audiograma do papel para o computador leva mais tempo do que fazer o exame
O que o Medi Control Pro faz
Grade de 24 células em que Enter e as setas descem pela mesma coluna, que é como se lê um audiograma: um número, Enter, outro, Enter, sem soltar o teclado numérico. E sem impor passos de 5 dB, porque existem audiômetros de 1 e de 2 dB e recusar um 43 dB medido de verdade seria inventar uma regra que a clínica não tem.
O que dói
A cabine e o nasofibroscópio são um só, e a agenda não fica sabendo
O que o Medi Control Pro faz
O tipo de consulta Audiometria não reserva consultório: reserva a cabine audiométrica. Nasofibroscopia reserva o nasofibroscópio. Dois exames no mesmo horário e no mesmo equipamento não cabem, e ninguém volta para casa sem exame.
O que dói
Você assina confiando no audiograma, e o prontuário que sai impresso não traz um único número
O que o Medi Control Pro faz
O PTA aéreo por ouvido e o tipo de perda auditiva entram dentro da evolução assinada, que fica imutável com o seu hash e a sua cadeia de integridade; as correções vão por adendo, então a versão original não some. No dia em que alguém pedir esse impresso, os números vão dentro, com a sua data.
O que dói
O paciente para quem você pediu audiometria e que nunca voltou
O que o Medi Control Pro faz
Você escreveu “Audiometria solicitada” no plano e aquilo vira sozinho um alerta na sua tela inicial, com a data do pedido e os dias que ele está sem o exame. O de próximo retorno se apaga sozinho assim que o paciente marca.
«Gap aéreo-ósseo de 36,3 dB: há componente condutivo. Cortes aplicados: gap ≥ 15 dB = componente condutivo; audição normal até 20 dB.»
É o que a tela escreve embaixo da classificação, com o PTA aéreo e o ósseo do lado: você audita a subtração em um segundo e vê de onde sai o 15 —os graus pela BIAP/OMS, o gap significativo por Clark (ASHA, 1981)—. A leitura final quem assina é você.
Relatório «Audiometrias realizadas»
Quantas você fez, em quem e com que PTA por ouvido. Em dois cliques e com exportação para CSV.
4 audiometrias do período, cada uma com o PTA dos dois ouvidos na mesma linha. No papel isso é uma pasta e uma tarde do seu sábado.
| Paciente | Data do exame | PTA OD (dB HL) | PTA OE (dB HL) |
|---|---|---|---|
| Rosa C. | 24 jul 2026 | 46,3 | 10 |
| Alberto G. | 20 jul 2026 | 32,5 | 37,5 |
| Oscar V. | 20 jun 2026 | 46,3 | 41,3 |
| Alberto G. | 1 abr 2026 | 37,5 | 42,5 |
Duas linhas do mesmo paciente, com os dois exames e as suas datas: comparar abril com julho é ler uma tabela, não esvaziar uma pasta. E sai em CSV quando você precisa dele fora.
Não pede que você mude o seu jeito de atender. Ele entra só nos momentos em que hoje você perde tempo ou perde um dado.
A secretária escolhe «Audiometria» e o sistema reserva a cabine audiométrica, não um consultório; «Nasofibroscopia» reserva o nasofibroscópio. Dois exames no mesmo horário e no mesmo equipamento não entram, que é justamente o que hoje você descobre quando o paciente já chegou.
O questionário de chegada traz a anamnese feita pelo celular do paciente: o que o traz à consulta, em que situações tem dificuldade para ouvir, zumbido, tontura ou vertigem, a que ruído está exposto —música ou fones em volume alto incluídos—, de que lado o nariz entope, se ronca e que cirurgias de ouvido, nariz ou garganta já fez. Nada do que ele responder toca o prontuário sem que a sua equipe aceite, dado por dado.
A audiometria abre como instrumento dentro da evolução: você não sai da consulta para audiometrar. Digita as 24 células descendo por coluna, marca o mascaramento onde precisou, e o PTA, o gap e o grau aparecem enquanto você escreve.
A evolução fica imutável com o PTA por ouvido e o tipo de perda auditiva dentro; uma correção posterior é um adendo, nunca um apagamento. E o que você escreveu no plano —audiometria solicitada, próximo retorno— vira alerta seu.
A sua tela inicial abre com «Audiometria solicitada em 12 de junho (há 51 dias) sem exame realizado» e «Retorno indicado para 3 de julho, vencido, sem consulta futura»; o segundo se apaga sozinho assim que o paciente marca. O que você deixou programado —o retorno, a lavagem de ouvido que precisa repetir— cai na sua caixa com o nome, o motivo e a data, e dois dias antes de cada consulta o lembrete sai sozinho por e-mail, no horário local da sua unidade. Quem reservou pelo seu site e não confirmou fica na lista de resgate, ordenada pela proximidade do horário.
Os avisos aparecem sozinhos na tela, com a fonte e o critério por trás de cada número.
O passo de 5 dB guia a grade e não trava você: se o seu audiômetro trabalha em passos de 1 ou de 2 dB, aquele 43 dB entra exatamente como você mediu. A grade se adapta ao seu equipamento, e não o contrário.
O ouvido com pior PTA não é necessariamente o afetado, então o sistema entrega o PTA dos dois, o gap de cada um e o corte que aplicou. A decisão clínica continua sendo sua, e você a toma com a conta na frente.
Embaixo de cada timpanograma fica escrito que o desenho é esquemático conforme o tipo de curva, e a discriminação aparece como percentual bruto. No dia em que você tiver que defender aquele exame, vai saber exatamente o que está mostrando.
Você não configura nada para começar a atender: os pedidos, os exames de imagem, os tipos de consulta e as seções da evolução da sua especialidade já vêm prontos.
Tudo é editável: é o seu ponto de partida, não uma camisa de força.
O paciente marca a consulta, confirma e chega com o questionário respondido. Você ganha minutos em cada consulta e a sua recepção, ligações.
A recepção envia por e-mail ou mostra o QR para o paciente escanear na sala de espera. Ele responde pelo celular, com salvamento automático, e cada especialidade pergunta o que é seu.
Foto, biografia, preço e agenda em uma página sua, que nasce desligada: ninguém vê ela até você publicar. O paciente vê apenas horários reais — disponibilidade menos consultas — e escolhe um pelo celular.
Ele entra com o e-mail e um código de uso único — não há senha para criar nem lembrar — e ali vê as próximas consultas, as anteriores e pede outra com os dados já preenchidos.
Você dita a evolução em vez de digitar. E avisamos que o áudio pode viajar até os servidores do fabricante do seu navegador.
Na sua especialidade, o questionário pergunta
Antes de entrar ele responde o que o traz à consulta, se tem dificuldade para ouvir e em que situações, se tem zumbido, tontura ou vertigem, a que ruído está exposto —incluindo música ou fones em volume alto—, se o nariz entope e de que lado, se ronca ou já o viram parar de respirar dormindo, que sintomas de garganta tem e que cirurgias de ouvido, nariz ou garganta já fez. Ele chega com a anamnese de ouvido, nariz e garganta pronta, e você começa direto pelo exame.
Assinada é assinada: a original nunca é alterada.
Os dados de uma clínica jamais se misturam com os de outra.
Redige, resume e organiza. Nunca assina, diagnostica nem prescreve sozinha.
Cada ação fica com o seu autor e a sua data.
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