Questionário de chegada por QR ou e-mail
A recepção envia por e-mail ou mostra o QR para o paciente escanear na sala de espera. Ele responde pelo celular, com salvamento automático, e cada especialidade pergunta o que é seu.
Sua nota de processo é sua: nem o dono da clínica abre, não imprime, não exporta, não entra em nenhuma saída do prontuário. E o sistema diz na sua cara o que não protege: uma requisição judicial.
Tendência do PHQ-9 · paciente de exemplo
Cinco aplicações em seis meses. A pontuação cai e a revisão de segurança continua aberta: por isso o último ponto está marcado.
| Data | Valor |
|---|---|
| fev 26 | 22 pontos |
| abr 26 | 20 pontos |
| mai 26 | 18 pontos |
| jun 26 | 13 pontos |
| jul 26 | 7 pontos |
As linhas horizontais são as faixas do próprio instrumento, não uma meta: aqui ninguém te fixa uma pontuação-alvo. Com a escala em leve e a revisão em aberto, o risco dele continua marcado como alto.
Quem pode abrir o prontuário de um paciente seu
O recorte por papel, do jeito que o servidor aplica em cada requisição. Não é uma caixinha que alguém possa desmarcar.
Você, o autor dela
Alcance: Prontuário, documentos, receitas, pedidos e suas notas privadas
Acesso: Tudo
Como se aplica: Autoridade plena
O dono da clínica
Alcance: Sua nota privada, não: o servidor filtra por autor
Acesso: O prontuário
Como se aplica: Responde que ela não existe
A recepção
Alcance: Agenda, cadastro, caixa, consentimentos e comunicações
Acesso: O administrativo
Como se aplica: Sem prontuário
Um colega, por delegação
Alcance: Escopo por categoria, motivo obrigatório e hora de término
Acesso: O que você marcar
Como se aplica: Corte automático
Quem abriu sua nota privada
Alcance: Com o paciente e o número de notas; jamais o conteúdo
Acesso: Fica registrado
Como se aplica: Leitura auditada
Qualquer outro papel
Alcance: Sua nota privada não é listada para ele, não imprime e não entra em nenhuma saída do prontuário
Acesso: —
Como se aplica: Sem dado
Uma aba que não é desenhada também não abre digitando a rota: o que não está declarado não abre. E a delegação caduca na hora exata que você pôs, com noventa dias de teto.
À esquerda, o que acontece hoje no seu consultório. À direita, o que o sistema faz por você.
O que dói
No software de hoje, o prontuário de um paciente seu meia equipe abre
O que o Medi Control Pro faz
A recepção não vê prontuário, documentos, receitas nem pedidos: essas abas nem são desenhadas, e digitadas na mão também não abrem. E sua nota privada o servidor filtra por autor: para qualquer outro responde que ela não existe.
O que dói
Um item 9 positivo numa sexta, e o próximo retorno daqui a três semanas
O que o Medi Control Pro faz
O item 9 abre uma revisão com relógio. A gravidade sai do próprio valor do item, os dias em aberto ficam à vista numa fila do consultório inteiro, e o escalonamento só sobe. Não fecha sem nota de resolução.
O que dói
Um lembrete dizendo «sua consulta de psiquiatria», lido pela pessoa errada
O que o Medi Control Pro faz
Não há como colocar um diagnóstico, um medicamento nem o nome da sua especialidade num modelo de aviso: eles trabalham com lista branca de variáveis. Vêm desligados. E o e-mail de um documento compartilhado não diz do que se trata.
O que dói
Clonazepam, metilfenidato e uma validade de receita que cada colega recita de um jeito
O que o Medi Control Pro faz
A receita sai marcada como controlado e com a data de vencimento à vista, a mesma que lê quem dispensa. Onde o sistema tem a norma do seu país carregada, cita ela junto do prazo. E não te trava: quem responde é você.
«A detecção abre uma tarefa para a sua revisão: avalie o risco com o paciente e defina um plano de segurança. A ferramenta não substitui o seu julgamento clínico nem decide por você.»
É a frase que organiza a ferramenta: o sistema detecta, organiza e não deixa perder; a leitura e a conduta continuam sendo suas.
Relatório «Revisões de segurança em aberto»
Quem ficou marcado, por qual sinal e há quantos dias está esperando.
2 pacientes com uma revisão em aberto agora, com a origem do sinal e os dias que cada uma acumula. A fila é do consultório inteiro, não de um prontuário.
| Paciente | Origem | Gravidade | Aberta em | Dias em aberto |
|---|---|---|---|---|
| Andrés P. | PHQ-9 item 9 | Moderado | 25 jul 2026 | 6 |
| Diego M. | Exame do estado mental | Alto | 28 jul 2026 | 3 |
A mesma fila espera na tela de entrada, em «Pacientes com risco marcado». E escalas aplicadas e consultas perdidas —a lista de quem parou de vir— saem em CSV com dois cliques.
Não pede que você mude o seu jeito de atender. Ele entra só nos momentos em que hoje você perde tempo ou perde um dado.
Você manda da consulta um PHQ-9, um GAD-7 ou um AUDIT: link de uso único, por e-mail, que vence antes do atendimento. No fim ele só lê que você recebeu: nem pontuação, nem faixa, nem interpretação.
Vê uma tela escrita para isso, que não lhe dá um número nem um diagnóstico e diz sem rodeios que ali não tem ninguém olhando naquele momento. E a revisão abre já, sem esperar o seu aval.
A tela de entrada traz os dois alertas do seu pacote com nome e sobrenome: risco marcado e receita de controlado vencendo. Esse aviso sai sozinho, por e-mail, no horário local da sua unidade e sem insistir duas vezes no mesmo dia.
A nota traz ideação, risco, adesão, sono, apetite e humor próprios. O exame do estado mental você escolhe eixo por eixo, e o que não avaliar fica em branco. E na sessão de psicoterapia, suas notas de processo moram longe do prontuário compartilhável.
A revisão não fecha sem nota de resolução. O plano de segurança sai impresso e ele leva; sem um telefone para ligar, não é entregue. Se mudar, não se edita: substitui-se, e o anterior continua reimprimível como foi entregue.
O sistema reúne, rotula e diz de onde vem cada sinal. Esses avisos aparecem na tela sem ninguém pedir.
Está escrito no próprio cartão: máximo registrado, reúne sinais e não inventa um nível próprio. Por isso uma escala em leve com uma revisão em aberto continua dando alto. Quase nenhum programa se planta aí.
O aviso da nota privada aparece sempre e com as mesmas palavras: fora do prontuário compartilhável, só você pode ver, e não te protege diante de uma requisição judicial. Aqui ninguém te promete o que a lei não dá.
O rastreamento de risco não soma um total e nunca diz «risco baixo»: devolve alto ou não determinado, porque a fonte não publica onde fica essa fronteira. E as versões oficiais do instrumento não são retocadas.
O prazo não sai de uma constante escondida: onde o sistema tem a norma do seu país carregada, a receita sai com essa referência citada. E não trava nada: sai igual, porque quem responde é você.
Você não configura nada para começar: os instrumentos, os quinze eixos do exame do estado mental, os seis passos do plano de segurança, os tipos de consulta e as seções da sua nota já estão postos.
Tudo é editável: é o seu ponto de partida, não uma camisa de força.
O paciente marca a consulta, confirma e chega com o questionário respondido. Você ganha minutos em cada consulta e a sua recepção, ligações.
A recepção envia por e-mail ou mostra o QR para o paciente escanear na sala de espera. Ele responde pelo celular, com salvamento automático, e cada especialidade pergunta o que é seu.
Foto, biografia, preço e agenda em uma página sua, que nasce desligada: ninguém vê ela até você publicar. O paciente vê apenas horários reais — disponibilidade menos consultas — e escolhe um pelo celular.
Da própria consulta você envia um PHQ-9, um GAD-7 ou um AUDIT por e-mail ou por QR. Ele responde uma pergunta por tela no celular e nunca vê uma pontuação nem uma faixa.
Ele entra com o e-mail e um código de uso único — não há senha para criar nem lembrar — e ali vê as próximas consultas, as anteriores e pede outra com os dados já preenchidos.
Você dita a evolução em vez de digitar. E avisamos que o áudio pode viajar até os servidores do fabricante do seu navegador.
Na sua especialidade, o questionário pergunta
O formulário prévio chega respondido: o que o traz, desde quando, se já recebeu atendimento antes, que medicamentos tomou, com quem mora e como anda o sono. Risco de suicídio não se pergunta por formulário: isso se explora com você, com alguém na frente.
Assinada é assinada: a original nunca é alterada.
Os dados de uma clínica jamais se misturam com os de outra.
Redige, resume e organiza. Nunca assina, diagnostica nem prescreve sozinha.
Cada ação fica com o seu autor e a sua data.
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Respostas claras, sem rodeios.
Veja sua consulta funcionando com um caso inteiro: a escala respondida em casa, o sinal do item 9, a revisão que não fecha sem nota e a receita de controlado com sua validade.